“Eu sou aquilo que acredito ser ...” Jon Oliver
A centelha divina que nos habita é representada pela nossa criança. Essa criança que carrega todas as nossas alegrias e tristezas; as mágoas e segredos, as dores e mazelas; as dúvidas e certezas; todos os traumas; os medos e inseguranças; todas as memórias de todas as vidas... E é à essa criança que precisamos acolher com amorosidade e compaixão. É o nosso corpo de emoção. E, normalmente, o ego ignora os sentimentos. Para ele, esse é um campo perigoso e delicado, tendo, na maioria das vezes, dificuldade em lidar com as emoções. E, não tendo controle sobre elas, abafa e/ou banaliza. Aí, a alma grita no corpo com sintomas e, em alguns casos, culminando nas doenças. Precisamos aprender à escutá-la... Para mim, este é um dos maiores ou o maior desafio nesta vida. Um processo constante e profundo; sempre. É imprescindível, para nossa saúde mental, emocional e física, tomar posse de quem somos em essência e profundidade e, para isso, é preciso tornarmos pai e mãe de nós mesmos. ...