E foi assim que me senti ao me deparar com a dor do abandono desse gatinho. Eu não sei explicar o que aconteceu dentro de mim, pois sem ainda conhecê-lo, a dor já era visceral. E assim foi... No último dia 5, uma cliente me enviou a foto desse gatinho que estava faminto e ferido; um cone apertado, sujo e abandonado na rua. Ela prestou os primeiros cuidados. Começou a maratona. Divulgamos nas redes sociais e nada. Já éramos três e depois quatro a se movimentar em prol deste felino. Não conseguimos nenhum lugar para ele ficar. No abrigo “Gatinhos da Albita”, onde adotei a Ariana, está lotado. E nenhuma das três poderia abrigá-lo. Mas ele ficou por quatro dias na casa de uma delas, que faz um trabalho maravilhoso junto aos animais abandonados. E, na quarta feira, sem outra alternativa, eu o trouxe para minha casa, sem saber como faria, pois não poderia ter contato com outros gatos sem antes fazer exames e ficar em quarentena. Como recusar? Ele já chegou sendo chamado pelo nome que e...