“Pois a vida e a morte são uma e a mesma coisa, como o rio e o mar são um e a mesma coisa.” Khalil Gibran
Assim, também a tristeza e a alegria são inseparáveis. É doído e mágico ao mesmo tempo.
Hoje te homenageio, querida mamãe, com profunda gratidão à nossa efêmera, mas intensa e profunda convivência permeada pelo seus riso, cheiro, toque e abraços inesquecíveis e insubstituíveis.
Reminiscências
Mamãe, recebi muito além do que poderia retribuir:
Amor, cuidado, compreensão e exemplo.
Risos e lágrimas fluíram ao longo da convivência,
Inundando nossos corações afins, infiltrando no
Âmago de meu ser, tornando-se parte de mim.
Sua presença é uma constante em minha caminhada,
A sua voz e riso são latentes em meus ouvidos:
Longe, para mim, em relação a você, não existe;
O tempo é efêmero e imutável, quando se ama e,
Mesmo não sabendo sua duração, pois não houve separação,
É com esperança que aguardo nosso reencontro.
Diante dessa perspectiva e, apesar de tudo,
Ergo os olhos e os braços no calor dos seus abraços.
Amanhã é sempre um dia inusitado.
Raros são os momentos de um verdadeiro encontro.
Amor, uma palavrinha para expressar algo imortal e infinito.
Única, restringe o que a senhora representa para mim.
Jogos são proposições apresentadas nesse caminhar.
Ocaso, um novo objetivo, pois não sei onde e quando.
Só sei que jamais a esquecerei; sua existência é indelével.
Imensa é a saudade que emana do meu ser,
Levando-me a lugares jamais vistos ou imaginados,
Vivendo momentos chamados impossíveis; e,
Apesar de parecerem sonhos, são minha realidade.
Até o próximo Post...

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