“Os girassóis procuram a luz do sol, mas, em dias nublados, eles se viram uns para os outros, buscando a energia em cada um. Não ficam murchos e nem de cabeça baixa. Olham uns para os outros, erguidos, lindos! É a sabedoria da natureza! Se não temos sol todos os dias, podemos ter uns aos outros... então... sejamos girassóis!”
Sim, precisamos aprender com os girassóis a viver e fazer o nosso melhor.
Precisamos aprender a...
Conviver
Eu, indeterminada e apática,
diante de rostos com expressões comuns e desconexas,
apesar de conhecidas extrinsecamente.
Eu, livre e prisioneira de um sistema,
diante de celas dispersas
em um espaço restrito e nebuloso.
Eu, misto de sentimentos contrastantes,
em confronto com ecos, oriundos de imagens
arraigadas no âmago de cada ser,
apesar dos elos, correntes e empatias.
OBS.: lembrei-me muito do filme: “Os girassóis da Rússia”, de 1970, sobre a segunda guerra mundial, com Sophia Loren e Marcello Mastroianni. Os campos de girassóis na Rússia fizeram morada em mim deixando lembranças inesquecíveis. Muitos de vocês ainda não haviam nascido e já pulsava em mim a ânsia pela vida e por tudo que ela nos oferece.
Agradeço aos girassóis que têm dourado e aquecido os meu dias.
Até o próximo Post...
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