“A vida não é o que deveria ser. É o que é. A maneira como você lida com ela é o que faz a diferença.” Virginia Satir
Essa é uma grande verdade, até, porque ela acontece no presente e não no futuro do pretérito.
Estou olhando para a tela e viajando no que vou trazer para vocês.
Mas, desde terça-feira, quando assisti uma Live do Instituto Cecília Costa com Sharon Loeschen, sobre VIRGINIA SATIR, venho refletindo sobre o quanto o trabalho dela mexeu comigo, sem tê-la conhecido. Sharon conviveu com Virgínia, estudou e trabalhou com ela e continua divulgando tudo que é feito.
Virgínia, norte americana, terapeuta familiar, nasceu em 26/06/1916 e faleceu em 10/09/1988 de câncer. Reconhecida como a mãe da terapia familiar, iniciou sua jornada pelas dificuldades que tinha em seu sistema de origem.
Na década de 60, iniciou os trabalhos, focada nas estruturas formadas pela maneira como as pessoas se relacionam dentro de seu sistema, dando o nome de “escultura familiar”; encenando situações familiares com participantes de seu grupo de trabalho, sendo pioneira nessa prática.
Bert Hellinger estudou e vivenciou vários processos com ela e com outros profissionais de áreas diferentes e, só mais tarde, compilando tudo que aprendeu, seu trabalho ficou famoso e recebeu o nome de “constelação familiar”. Um marco na história.
Mas, particularmente, tenho profunda empatia pela Virginia Satir, pois eu, também, do meu jeito, busquei aprender e tratar a partir das minhas dores e dificuldades. Isso sedimenta ainda mais o aprendizado e me dá mais segurança, pois eu o vivi.
Até o próximo Post...
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