“A ferida é o lugar por onde a luz entra em você.” Rumi




É na dor que nos fortalecemos e nos transformamos.


Complementando o post anterior...


Não faço constelação, logo após a morte de alguém, principalmente, se foi suicídio ou acidente. É preciso um tempo para quem foi e para quem ficou.


O cliente é o protagonista. Ele sempre entrará no campo.


Não existe: quero constelar meu marido, meu filho, meu pai, minha mãe...

Ninguém resolve o que é do outro, mesmo sendo pai/mãe.


E sim: “quero constelar a minha relação com meu marido” “...com meu filho” etc.

O cliente é o foco. Mas quem está envolvido precisa saber, claramente ou internamente, de coração para coração.


Na constelação de filhos menores de idade, peço a presença de ambos os pais, principalmente, em caso de doença. A criança não participa.


Não constelo relacionamentos, nem processos que iniciaram recentemente.

Tudo pode ser constelado,  desde que seja recorrente.


Por favor, os pais que buscam terapia ou constelação para os filhos maiores, procurem antes olhar para si mesmos, pois nada acontece de repente. Tudo é construído e começa bem antes. Isso vale para os filhos que responsabilizam os pais por suas questões. Façam por si mesmos. Atraímos o que precisamos olhar e tratar em nós. 


Isso vale, também, para os pais de dependentes que procuram tratamento só para os filhos,  eximindo-se de qualquer responsabilidade. 


Nada nasce grande. Não é azar ou sorte, é construção e ressonância.


Continua no próximo Post...


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