“O dia todo espiava o movimento das pessoas, tentando adivinhar coisas incompreensíveis.” Graciliano Ramos




E passei todo o dia olhando sem ver, ouvindo sem entender, sem caber em mim o que é meu.

 

Revirei-me na imensidão do infinito em movimento; mergulhei em pensamentos e emergi das profundezas deste mar interno: ora revolto, ora calmo, e, tantas vezes, desconhecido.


Para isso, estamos aqui, para desnudar-nos e chegarmos ao âmago, sem máscaras e véus.

Precisamos do espelho, do outro, principalmente, do PROFESSOR que nos ensina e inspira novas atitudes e comportamentos.

Tenho observado os movimentos e, assistindo o desabafo de um professor, percebi ainda mais o quanto eles não são ouvidos e respeitados. O foco está apenas nas crianças, nos alunos. Não entendo. São os educadores que estão presentes na sala de aula junto com as crianças... os alunos...

Observo que quem coloca as regras nem sempre tem a experiência.

Não compreendo...

Posso opinar sobre o que eu vivo e experimento. Caso contrário, devo perguntar.

É preciso humildade para ouvir e se colocar no lugar do outro com neutralidade.


Foi um desabado diante do que tenho observado. Expressei o que ia na alma. Alívio.


Ofereço este texto com carinho e gratidão, reverenciando os professores de todas as épocas, classes, cursos, idades, raças, etnias e disciplinas, pois todas as profissões são ensinadas por eles.

“Os professores abrem a porta, mas você deve entrar por si mesmo.”


Até o próximo Post...

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