“Conhece-te, aceita-te, supera-te” Santo Agostinho Para isso e por isso estamos aqui...


Como disse anteriormente: somos autores da nossa história. Assim, precisamos de lucidez e clareza para acalmar ou acolher as emoções, que explodem como foguetes dentro de nós. Caso contrário, somos envolvidos por elas como vendaval nos tornando reféns de nós mesmos. E isso pode ser danoso à curto ou à longo prazo. As emoções mesmo depois que detonam, podem continuar ruminando e nos corroendo por dentro. O ego, detentor da razão, se impõe quase que implacavelmente, pois anestesiado não mede as consequências e nem recua.  A vontade, movida pelo impulso fica cega, não acessando as memórias (aprendizados e experiências adquiridas ao longo da existência). E a consciência que pondera e traz calma, tenta apaziguar mas, no calor dos acontecimentos, não consegue impedir o desenrolar dos fatos. Restando a alternativa de esperar que o coração, onde tudo foi e é sentido, se acalme em meio a todo turbilhão; repouse no cansaço e silêncio se recompondo do que aconteceu há minutos atrás.


E então, neste tempo de horas mortas, precisamos nos reerguer das cinzas, das frustações e decepções consigo e com o outro, conhecendo e aceitando nossa sombra para que consigamos nos superar um pouco a cada acontecimento. É o que a Pandemia veio nos oferecer com o isolamento em família: sistema fundamental da subsistência humana, que foi se desconectando. E agora temos a oportunidade de rever e ressignificar comportamentos e relacionamentos.


OBS.: As emoções são saudáveis, todas elas.


Até o próximo Post...


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