“Tenho aprendido com a experiência que a maior parte de nossa felicidade ou miséria depende da nossa disposição e não das nossas circunstâncias.” Martha Washington
Isto quer dizer que somos os autores de nossa história.
Então, qual o motivo de se deixar emaranhar em mínimas situações e detalhes?
O que nos leva a ruminar tantos pensamentos e sentimentos oriundos de emoções conflituosas e culminando em comportamentos onde somos os maiores prejudicados?
Não importa a intenção ou o motivo. O resultado pode ser catastrófico. Temos: a emoção que é o carro chefe, onde tudo se inicia; a razão: o ego; a vontade: o impulso; a memória: o livro de consulta; a consciência é a que pondera e o coração é o que sente. E tudo se confronta e se manifesta ao mesmo tempo, dentro de nós.
E nestes cinco meses de pandemia tenho observado e experimentado os movimentos mais diversos; os diálogos, dentro dos núcleos familiares, percorrendo uma linha tênue entre o conflito e a paz; em momentos de profunda dor e solidão, perdas e abandonos. A indiferença diante das acontecências.
Assim, nessas horas que podem ser mágicas ou miseráveis, onde tudo se torna insuportável e explode em comportamentos descabidos e incontroláveis; ou a compaixão se manifesta em abundância e luz, acolhendo e apaziguando, trazendo serenidade e alento.
Uma curiosidade: Martha Washington, autora da frase de hoje, nasceu em 1731 e faleceu e maio de 1802. E as dificuldades se repetindo.
Até o próximo Post...
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